Fla fez o pedido à Ferj. Enterro do pároco rubro-negro teve presença de Márcio Braga e dois torcedores anônimos
O pedido foi feito pelo Flamengo em reunião na tarde desta terça feira na Federação de Futebol do Rio, que informou ao clube que acatou a solicitação.
Conhecido por rezar missas com a camisa rubro-negra por baixo da batina, Benedito foi enterrado no Cemitério do Caju com um uniforme entregue por Patricia Amorim a uma pessoa próxima. Um dirigente da atual diretoria acompanhou a missa de corpo presente.
No enterro, porém, estiveram presentes apenas alguns padres, o ex-presidente Márcio Braga e dois torcedores anônimos com a camisa do Flamengo.
Bené, como era chamado carinhosamente pelos mais próximos, foi pároco durante muitos anos da Igreja de São Judas Tadeu, padroeiro do Flamengo e santo das causas impossíveis. Benedito, porém, foi transferido para a igreja de Santo Cristo, mas sempre era convocado para benzer a Gávea.
Em setembro de 2010, o padre foi ao clube em meio a uma fase ruim e benzeu Deivid. Ele também apareceu em outros momentos adversos, como nas campanhas dos brasileiros de 2003, 2005 e 2007.




