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domingo, 24 de junho de 2012

Depois de polêmica contra Santos, Love, Botti e Renato treinam pênaltis

Artilheiro do Amor e argentino bateram mais do que volante no treino deste sábado. No último jogo, penalidade gerou discursos conflitantes

Na vitória diante do Santos no último domingo, o gol foi marcado de um pênalti convertido por Bottinelli, que pediu para bater e foi alvo de vaias da torcida antes mesmo da cobrança. Ele balançou a rede, teve seu nome gritado pelos torcedores no Engenhão, e abriu uma polêmica. Na ocasião, Joel Santana disse que Renato, que estava sendo vaiado, não quis bater, mas o jogador negou que tivesse se recusado. No treino deste sábado, em Porto Alegre, Vagner Love e Bottinelli foram os dois que treinaram o maior número de cobranças.
Vagner Love, Flamengo (Foto: Janir Júnior / Globoesporte.com)
O aproveitamento de Love e Bottinelli foi bom, a dupla converteu a maioria das cobranças. Renato se juntou aos dois um pouco depois, mas cobrou somente alguns pênaltis. Depois, Joel comandou atividade de jogadas aéreas.
Na última rodada, diante do Santos, o pênalti convertido por Bottinelli quase virou polêmica. Joel Santana disse que Renato se recusara bater:
- Era para o Renato bater, mas a torcida começou a vaiar o Renato, que estava fazendo uma boa partida, e ele não quis bater. Renunciou. O Botti mostrou personalidade, querendo bater, e nós deixamos.
Geralmente dois jogadores escolhem. Esse negócio de pênalti não adianta ficar forçando. Renato não quis bater, ficou pelo Love e Bottinelli. Bottinelli chuta bem, tem uma boa precisão de chute, mas fiquei preocupado. Normal. Mas ele treinou.

Pouco depois da entrevista coletiva de Joel ainda no Engenhão, Renato apresentou versão diferente.
- Achei estranha a reação do Joel. Não tem deteminação de primeiro, segundo ou terceiro batedor. Só tinha isso com o Ronaldinho e durante o tempo todo que ele esteve no clube sempre respeitei, nunca tive vaidade para bater pênalti, faltas, a bola parada em geral. Vi que o Bottinelli estava com confiança e não quis atrapalhar. Não chegou nenhuma determinação. Se tivesse que bater, bateria. Como vi o Bottinelli confiante, achei que realmente ele deveria bater.
Por fim, depois de fazer o gol, Bottinelli disse que teve personalidade.
- Quando peguei a bola, disse ao Vagner que estava confiante, ele disse que estávamos juntos e consegui bater e fazer o gol. Foi confiança e personalidade. Jogador nasce com essa personalidade.

Fonte: Globo Esporte
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